Ideias dispersas que resultam em fragmentos aleatórios. Gostaria de publicar todos os trechos que escrevo. Não para ser lido. Quero, antes, livrar-me de todos os vários sentimentos que precisam estar libertos. Mas tenho medo. Medo de não ser compreendido. Assim, escrevo para mim. E resta apenas a certeza de que não irei me julgar.
12 de junho de 2012
Fragmentos pessoais
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